Na estiva
Pessoal, cheguei hoje ao Porto com o peito cheio de expectativas. Peguei o trem cedo (7,50 só) com Caterine e Patrícia. Sobre Coimbra conto num próximo mail, pois o Porto é, digamos, uma cidade densa, lúgubre, húmida, assustadora, sinistra, enfim, a síntese perfeita daquilo que me arrebata.
Parei num café em frente à estação Campanha, onde chegamos, e pedi pro Antônio Gomes uma informação: onde eu poderia encontrar um pouso barato e no meio da Ribeira. Resposta: "ó, minina: na Praça da Batalha você tem lá pensões baratinhas, de 10 euros". Lembrei-me que certa feita, na Glória, vi um casal de gringo saindo de mochila de uma "pensão para solteiros" e pensei: "esses gringos ficam em qualquer lugar". Já intuia que faria o mesmo!
Partimos pra lá e, eu prum lado, Patrícia pro outro, Caterine no café. Voltamos com duas pesquisas de preços parecidos, e optamos pela Pensão Mondariz, ao lado de um pequeno bordel e em frente ao Bar Vulcão, cujo garçon é de Goa, a dona é cigana e o cozinheiro....brasileiro de Pirinópolis! Comemos ali um bacalhau à bráz por 3,50 com jarra de vinho verde à 2,50! Deu 5,00 pra cada!!! Caminhamos depois, atravessamos a ponte pra Vila Nova de Gaia deitar na grama vendo o porto do outro lado do Douro. É impressionante este lugar, acreditem em mim. Em Gaia estão todas as casas de vinho e os barcos cheios de barris. Mas é do outro lado, no Porto, onde eu andei a bebeire minhas primeiras doses gratuitas. Bebi um branco que vou lhes contar...
Mas antes, Caterine partiu de volta pra Coimbra e Patrícia foi descansar. Eu? Eu resolvi "cair dentro" dessa cidade visceral. Aqui no Porto até o canto das gaivotas evoca algo ainda obscuro pra mim. Tudo parece carregar uma densidade, um peso, c´est très lourd ce ville. Parecia que eu ia me esquecendo que seu nome é Porto, afinal de contas. Mas estou a 100 km da Espanha e a 71 de Viana do Castelo, e sabia que chegando aqui no Norte eu ia começar a sentir essa alma cigana, essa idade celta na veia. Aliás, quase literalmente, pois aqui parece que a droga dos becos é a heroína.
Nessa minha caminhada solo, voltei pra beira da Ribeira tomando um funicular(glossário no fim, ou talvez eu monte mais um concurso mundial de bom português). Entrei numa quitanda pruma água e ao lado havia uma cave do Porto Cruz. Entrei e provei: o branco e o tinto. O sabor, pra mim, é indescritível. Não sou expert, mas sei o que é bom nesse quesito. Caminhei mais um pouco pensando na garrafa que vou levar pra minha casa e pra casa dos meus genitores, até me deparar com mais uma cave, já mais acima, em frente à um mosteiro. Nessa cave, uma senhora meio nórdica me deu uma aula de vinho do Porto. Gravei. E bebi um de safra especial: 1977. Reservei ali um branco pro meu lóli e pra minha guélds, ainda pensando: "pô, vou subir mais pela linha do comboio carregando garrafas... como se já não bastassem as jóias de Feira da Ladra...". Ainda estava pensando em economizar coluna e 12,50, sou uma miserável!!!
Tanto pensei que acabei enveredando numa miríade de becos escuros. Aqui as construções são escuras, as mulheres e os homens tem olhares penetrantes, muitos andam de preto, os olhos são marcantes, as falas são exuberantes, gritam-se das janelas quando se deve gritar, não há aquela politesse do sul, de Lisboa. O que me parece ainda mais sedutor. Mas fui adentrando por esses caminhos, pensando: "Soraya, você não é daqui, você não sabe onde estás indo". Engraçado, pela primeira vez senti isso num lugar, seja viajando ou mesmo caminhando pelos sítios obscuros do Rio. Tanto que, subindo uma escada, liguei o gravador pra comentar o cheiro do Porto, o grito constante das gaivotas, a luz da cidade, a imponência das pontes sobre o rio, o desenho dos barcos cheios de barris, o jeito penetrante das pessoas...não à toa o vinho do Porto é único. Mas não tenho o costume de gravar minhas impressões. E assim o fiz. No final dessa escadaria, cheguei ao pátio da Sé procurando um telefone. Ainda fiz uma foto. Estava a própria turista: câmera e gravador. Estava, em verdade, a própria chapeuzinho vermelho.
Encostou em mim, então, um rapaz bonito, cuja presença eu percebi um minuto antes, enquanto fotografava. Tenho cá a impressão que eu o arrastei comigo quando passei nesse labirinto. Ele chegou até mim e perguntou: "és espanhola?" - não, "est française?" - não. "italiene?" - não, mas você deseja alguma informação? Resolvi perguntar olhando bem nos seus olhos, pois ele parecia um pouco estranho. "És brasileira?" E aí sacou um canivete: "me dá cinco euros senão...", prefiro nem comentar. Eu só tinha uma nota de dez, e ainda assim pedi pra ele pra irmos trocar a nota, cinco pra mim e cinco pra ele. Ele me fez um carinho e disse: "não, linda, me desculpe, eu não posso ir trocá-lo". Eu ainda insisti olhando bem no olho dele e ele, quase comovido, me disse que sabia que me faria falta, mas ele precisava de dinheiro por questão de sobrevivência. Entendi tudo: o cara era viciado e dessas bandas que sei, não consegui ainda captar bem como nos perscruta. Subi até a polícia mas não adiantaria mais nada.
O Porto, meus amigos, não é aquele jardim das ninfas que é Coimbra, cidade fácil, cidade de estudantes, cidade solar. Aqui é cidade pra gente grande, pra gente disposta a ser do mundo. Aqui é o Porto.
Vou tentar resumir isso aqui com fotografias, mas talvez tenha conseguido com uma foto que fiz hoje à tarde, das pernas de um cidadão estendido num deck ao lado da monumental ponte que parece ser também de Eiffel, e de seu amigo, que era amigo de Souto Maior e conhece também bem o Brasil, mas por outras vias. Duas figuras saídas do La Dolce Vita, tanto pela roupa de um quanto pelo despojamento do outro. E cada frase terminava com um "ok?", e uma risada de quem já viu o mundo e ainda quer mais. Eu vos digo: o Porto é sedutor, o Porto é uma medusa.
Vou agora dar um pulo na minha pequeníssima casa de pasto Vulcão. Lá fecha à meia-noite e é de cara pra minha pensão. Só pra vocês terem idéia da ambiência: centenas de videiras de plástico penduradas no teto, e as uvas são as luminárias. As paredes são de pedra, as cadeiras de madeira rústica e tudo isso num espaço de uns 30 metros quadrados, mas retangular. Hoje cedo, quando parei na porta, a dona, lá do fundo, atrás do balcão, fez um sinal para eu ir até ela. Cabelão preto preto, roupa preta com rosas vermelhas, somente me falou: "diga". Poderosa. E com um garçon de Goa e um cozinheiro de Goiás não é pra menos.
Bueno...
Andréa, fiquei tão contente de te ver por aqui...! Paulo Thiago, às vezes ensandeço pensando que você estaria enlouquecido com essa viagem. Mãe e Pai, eu queria muito trazer vocês um dia, mas pra conhecer entranhas comigo. Raul, você tá de bobeira!!! Venha pra Portugal, principalmente indo rumo à Galícia. Peço que liguem pra Natália e digam que está tudo bem. Paty, digo novamente: bom saber que estás aí. E Bianca, quando eu era pequena ficava sempre doida pra entrar num avião com você, mas como não dava esperava com a maior excitação a sua volta pra ver se algo mudava. Confesso agora: tinha a maior desconfiança de que a cada viagem você voltaria um pouco diferente, e aí assistia (esse é o verbo) as tuas histórias e viajava muito contigo.
Vocês já imaginaram o que a internet proporciona a um viajante? Em qualquer canto do mundo, distante de tudo o que nos é familiar, encontramos um momento pra nos imergirmos no nosso mundo íntimo, que é pensar em vocês. O importante é fazer em cada lugar, seja em qualquer lugar, um lugar nosso, nem que seja por um minuto. Esse é o combustível. E isso aprendi com aquele português que encontrei no astral, nos livros e nos Jerônimos.
O som aqui nesse super cyber está bacana. E já ia me esquecendo dessa última: ontem assisti, no Jardim das Sereias, atrás do meu albergue, ao final do desfile dos grupos de gaitas de fole portuguesas de Coimbra. Depois da quarta eu pensei que não conseguiria mais dormir! E a fomação dos grupos é engraçadíssima: um gaiteiro, uma zabumba e uma espécie de repinique. Tá gravado. Só mais uma observação à respeito do público e do espaço público português: as pessoas vivem muito na rua no Centro e no Norte do país. Em Cascais também, mas pras bandas de cá é exuberante, é fantástico. Muitos velhos do lado de fora, desenfurnados. Isso é fundamental pra vida dos lugares, mostra que há vida sempre. E nos shows, todos atentos ao espetáculo. Isso me agrada, não tem muito uma alegria exibida, mas tem uma alegria de estar ali, de ver, de participar.
Bom, gente, prometo ser mais suscinta e vou selecionar melhor os temas. Mas é que houve um acúmulo, minha cabeça com o Porto está a mil e o Vulcão me espera.
Deixo aqui beijos, muitos beijos pra vocês, e juro que no próximo porto branco fresquinho a sorver pensarei em cada um de vocês, ok?
Soraya
Parei num café em frente à estação Campanha, onde chegamos, e pedi pro Antônio Gomes uma informação: onde eu poderia encontrar um pouso barato e no meio da Ribeira. Resposta: "ó, minina: na Praça da Batalha você tem lá pensões baratinhas, de 10 euros". Lembrei-me que certa feita, na Glória, vi um casal de gringo saindo de mochila de uma "pensão para solteiros" e pensei: "esses gringos ficam em qualquer lugar". Já intuia que faria o mesmo!
Partimos pra lá e, eu prum lado, Patrícia pro outro, Caterine no café. Voltamos com duas pesquisas de preços parecidos, e optamos pela Pensão Mondariz, ao lado de um pequeno bordel e em frente ao Bar Vulcão, cujo garçon é de Goa, a dona é cigana e o cozinheiro....brasileiro de Pirinópolis! Comemos ali um bacalhau à bráz por 3,50 com jarra de vinho verde à 2,50! Deu 5,00 pra cada!!! Caminhamos depois, atravessamos a ponte pra Vila Nova de Gaia deitar na grama vendo o porto do outro lado do Douro. É impressionante este lugar, acreditem em mim. Em Gaia estão todas as casas de vinho e os barcos cheios de barris. Mas é do outro lado, no Porto, onde eu andei a bebeire minhas primeiras doses gratuitas. Bebi um branco que vou lhes contar...
Mas antes, Caterine partiu de volta pra Coimbra e Patrícia foi descansar. Eu? Eu resolvi "cair dentro" dessa cidade visceral. Aqui no Porto até o canto das gaivotas evoca algo ainda obscuro pra mim. Tudo parece carregar uma densidade, um peso, c´est très lourd ce ville. Parecia que eu ia me esquecendo que seu nome é Porto, afinal de contas. Mas estou a 100 km da Espanha e a 71 de Viana do Castelo, e sabia que chegando aqui no Norte eu ia começar a sentir essa alma cigana, essa idade celta na veia. Aliás, quase literalmente, pois aqui parece que a droga dos becos é a heroína.
Nessa minha caminhada solo, voltei pra beira da Ribeira tomando um funicular(glossário no fim, ou talvez eu monte mais um concurso mundial de bom português). Entrei numa quitanda pruma água e ao lado havia uma cave do Porto Cruz. Entrei e provei: o branco e o tinto. O sabor, pra mim, é indescritível. Não sou expert, mas sei o que é bom nesse quesito. Caminhei mais um pouco pensando na garrafa que vou levar pra minha casa e pra casa dos meus genitores, até me deparar com mais uma cave, já mais acima, em frente à um mosteiro. Nessa cave, uma senhora meio nórdica me deu uma aula de vinho do Porto. Gravei. E bebi um de safra especial: 1977. Reservei ali um branco pro meu lóli e pra minha guélds, ainda pensando: "pô, vou subir mais pela linha do comboio carregando garrafas... como se já não bastassem as jóias de Feira da Ladra...". Ainda estava pensando em economizar coluna e 12,50, sou uma miserável!!!
Tanto pensei que acabei enveredando numa miríade de becos escuros. Aqui as construções são escuras, as mulheres e os homens tem olhares penetrantes, muitos andam de preto, os olhos são marcantes, as falas são exuberantes, gritam-se das janelas quando se deve gritar, não há aquela politesse do sul, de Lisboa. O que me parece ainda mais sedutor. Mas fui adentrando por esses caminhos, pensando: "Soraya, você não é daqui, você não sabe onde estás indo". Engraçado, pela primeira vez senti isso num lugar, seja viajando ou mesmo caminhando pelos sítios obscuros do Rio. Tanto que, subindo uma escada, liguei o gravador pra comentar o cheiro do Porto, o grito constante das gaivotas, a luz da cidade, a imponência das pontes sobre o rio, o desenho dos barcos cheios de barris, o jeito penetrante das pessoas...não à toa o vinho do Porto é único. Mas não tenho o costume de gravar minhas impressões. E assim o fiz. No final dessa escadaria, cheguei ao pátio da Sé procurando um telefone. Ainda fiz uma foto. Estava a própria turista: câmera e gravador. Estava, em verdade, a própria chapeuzinho vermelho.
Encostou em mim, então, um rapaz bonito, cuja presença eu percebi um minuto antes, enquanto fotografava. Tenho cá a impressão que eu o arrastei comigo quando passei nesse labirinto. Ele chegou até mim e perguntou: "és espanhola?" - não, "est française?" - não. "italiene?" - não, mas você deseja alguma informação? Resolvi perguntar olhando bem nos seus olhos, pois ele parecia um pouco estranho. "És brasileira?" E aí sacou um canivete: "me dá cinco euros senão...", prefiro nem comentar. Eu só tinha uma nota de dez, e ainda assim pedi pra ele pra irmos trocar a nota, cinco pra mim e cinco pra ele. Ele me fez um carinho e disse: "não, linda, me desculpe, eu não posso ir trocá-lo". Eu ainda insisti olhando bem no olho dele e ele, quase comovido, me disse que sabia que me faria falta, mas ele precisava de dinheiro por questão de sobrevivência. Entendi tudo: o cara era viciado e dessas bandas que sei, não consegui ainda captar bem como nos perscruta. Subi até a polícia mas não adiantaria mais nada.
O Porto, meus amigos, não é aquele jardim das ninfas que é Coimbra, cidade fácil, cidade de estudantes, cidade solar. Aqui é cidade pra gente grande, pra gente disposta a ser do mundo. Aqui é o Porto.
Vou tentar resumir isso aqui com fotografias, mas talvez tenha conseguido com uma foto que fiz hoje à tarde, das pernas de um cidadão estendido num deck ao lado da monumental ponte que parece ser também de Eiffel, e de seu amigo, que era amigo de Souto Maior e conhece também bem o Brasil, mas por outras vias. Duas figuras saídas do La Dolce Vita, tanto pela roupa de um quanto pelo despojamento do outro. E cada frase terminava com um "ok?", e uma risada de quem já viu o mundo e ainda quer mais. Eu vos digo: o Porto é sedutor, o Porto é uma medusa.
Vou agora dar um pulo na minha pequeníssima casa de pasto Vulcão. Lá fecha à meia-noite e é de cara pra minha pensão. Só pra vocês terem idéia da ambiência: centenas de videiras de plástico penduradas no teto, e as uvas são as luminárias. As paredes são de pedra, as cadeiras de madeira rústica e tudo isso num espaço de uns 30 metros quadrados, mas retangular. Hoje cedo, quando parei na porta, a dona, lá do fundo, atrás do balcão, fez um sinal para eu ir até ela. Cabelão preto preto, roupa preta com rosas vermelhas, somente me falou: "diga". Poderosa. E com um garçon de Goa e um cozinheiro de Goiás não é pra menos.
Bueno...
Andréa, fiquei tão contente de te ver por aqui...! Paulo Thiago, às vezes ensandeço pensando que você estaria enlouquecido com essa viagem. Mãe e Pai, eu queria muito trazer vocês um dia, mas pra conhecer entranhas comigo. Raul, você tá de bobeira!!! Venha pra Portugal, principalmente indo rumo à Galícia. Peço que liguem pra Natália e digam que está tudo bem. Paty, digo novamente: bom saber que estás aí. E Bianca, quando eu era pequena ficava sempre doida pra entrar num avião com você, mas como não dava esperava com a maior excitação a sua volta pra ver se algo mudava. Confesso agora: tinha a maior desconfiança de que a cada viagem você voltaria um pouco diferente, e aí assistia (esse é o verbo) as tuas histórias e viajava muito contigo.
Vocês já imaginaram o que a internet proporciona a um viajante? Em qualquer canto do mundo, distante de tudo o que nos é familiar, encontramos um momento pra nos imergirmos no nosso mundo íntimo, que é pensar em vocês. O importante é fazer em cada lugar, seja em qualquer lugar, um lugar nosso, nem que seja por um minuto. Esse é o combustível. E isso aprendi com aquele português que encontrei no astral, nos livros e nos Jerônimos.
O som aqui nesse super cyber está bacana. E já ia me esquecendo dessa última: ontem assisti, no Jardim das Sereias, atrás do meu albergue, ao final do desfile dos grupos de gaitas de fole portuguesas de Coimbra. Depois da quarta eu pensei que não conseguiria mais dormir! E a fomação dos grupos é engraçadíssima: um gaiteiro, uma zabumba e uma espécie de repinique. Tá gravado. Só mais uma observação à respeito do público e do espaço público português: as pessoas vivem muito na rua no Centro e no Norte do país. Em Cascais também, mas pras bandas de cá é exuberante, é fantástico. Muitos velhos do lado de fora, desenfurnados. Isso é fundamental pra vida dos lugares, mostra que há vida sempre. E nos shows, todos atentos ao espetáculo. Isso me agrada, não tem muito uma alegria exibida, mas tem uma alegria de estar ali, de ver, de participar.
Bom, gente, prometo ser mais suscinta e vou selecionar melhor os temas. Mas é que houve um acúmulo, minha cabeça com o Porto está a mil e o Vulcão me espera.
Deixo aqui beijos, muitos beijos pra vocês, e juro que no próximo porto branco fresquinho a sorver pensarei em cada um de vocês, ok?
Soraya

3 Comments:
Qualé Soraya! Assaltada em Portugal? Que malandra é vc? Onde está a vivência do Ingá e da Lapa? Brincadeira... assim é que se constroem as histórias inesquecíveis! Mas, "be carefull"! Não se esqueça daquele velho ditado: "O mal do malandro é pensar que todo mundo é otário!" Estive com Bianca e ela está chateada porque seu monitor está pifado. Mas ela mandou um grande beijo e está com saudades. Rose e Gabi mandam lembranças e se der lugar na mala eu também quero vinho!!! TINTO!!!
Me mande um e-mail (luizsimoes@hotmail.com) para me falar da sua volta.
Beijos e continue aproveitando.
DUDU
ARNALDA,DUDU já passou o nºpara conseguires ligar oro brasil à cobraire, então quisperas oh maria?b.b.lig
Eu de bobeira?
Po! Trabalho de seg a sex. Faço pós graduação. É que eu sei viver e vocês acham que eu estou sempre de bobeira! hehehe
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